sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Testemunhos:Eu sou um milagre

Nada é impossível para Deus
Lc 1.37

Graça e paz amados(a).
Hoje começo no blog mais um tema:TESTEMUNHOS
Como bem disse o versículo acima, para Deus nada é impossível.
Que o Senhor te abençoe, que você seja edificado pelos testemunhos.
Começamos com um maravilhoso testemunho da irmã Cláudia Paiva.


Quando adolescente já tinha problemas para me alimentar. Tinha pavor da idéia de engordar. Meu pai que já o perdoei, ficava me aterrorizando dizendo que quando mais velha eu ia ficar igual às "irmãs bolinha", que eram minha mãe e minhas tias. E eu tinha pavor, porque via que meu pai e meus tios tratavam mal suas referidas esposas.
Casei-me em novembro de  1993. Passaram-se anos, e chegamos aqui em Salto-SP em 2009 (cidade onde o Rio Tietê passa dentro, com corredeiras). Viemos para cá porque meu marido precisava ficar mais perto de São Paulo, de Sorocaba, para trabalhar.
Eu, meio acima do peso desde a gestação que engordei 23 kg, e meu filho já com quase três anos, decidi fazer caminhada (6 km em meia hora, treino intervalado caminhada super rápida e corridinhas curtas), e aí vem o segredo o que não fazer: em 09/10/2009, tomei um mês o Herbalife (substituindo só o jantar, porque é muito caro, R$ 96 reais um pote). É muito bom o Herbalife, mas a pessoa precisa comer normalmente na outra refeição em que não for toma-lo.  Tomei para me livrar da janta, que para mim era o momento em que eu comia mais. Acabando o pote, passei eu, sem ter muito conhecimento sobre nutrição, a fazer minha própria " ração humana", onde juntava aquele Diet Way (morango), metade do pote, e na outra metade eu ia colocando amêndoas trituradas, aveia em flocos, farelo de trigo, leite de soja light, linhaça triturada (a linhaça dá maus trabalho porque os nutrientes dela depois de triturada só "funcionam" durante 3 dias), e a linhaça deve ser mastigada. Tudo o que eu encontrava de grãos eu punha lá, mas comprava tudo em embalagens confiáveis, de marcas confiáveis. No almoço, eu comia apenas 5 fatias daquele pão integral light 12 grãos Pulmann, que agora tá escrito Fit na embalagem, passava hora requeijão, hora aquela Becel, hora creme de ricota. Só comia comida como gente mesmo no almoço de sábado e domingo. À noite comia um pedaço de pizza. Então eu cozinhava para meu filho e meu marido. E fiquei firme... Nada correta essa forma de alimentação. Mas eu não via problema...
Vejam só, desde outubro de 2009 até outubro de 2013, são 4 anos me alimentando desta forma... Veio o calor, eu saía pra fazer caminhada aproveitando o horário de verão, e andava uma hora. Chegava e aguardava meia hora para beber água (mania minha). Quando ia beber água, com aquele calor que eu não gosto muito e é bom só na praia, eu pegava um baita copo, enchia de pedras de gelo, com agua já gelada, e bebia. Pronto. Isso foi uma semana. Juntando a isso o ar condicionado do carro, ventiladores de teto, ar condicionado móvel...
Dia 31/01/2014 este ano, acordei ruim com sinusite, faringite, amigdalite e tosse. Era uma sexta-feira. Aqui em casa tinga alguns medicamentos e meu marido, como um farmacêutico, foi me orientando a tomar. Foram: Nimesulida (3 comp de 12 em 12 horas), Cataflam, liguei pra minha irmã que está morando em São Paulo e sempre tem sinusite, ela me falou pra comprar Tylenol Sinus, lá fui eu comprar ( o ser humano faz isso mesmo, de se automedicar, mas não é certo), entao misturei o Cataflam com o Tylenol Sinus, mas também tomo o Rivotril de 2 mg para tratar o pânico. Fiz uma mistura. Acordei ruim dia 31/01/14, sexta-feira. Passou sábado, domingo, segunda, terça, e na quarta-feira dia 05/02/14, acordei com as mãos e pés adormecidos. Eu senti sim uma fraqueza ao me levantar de madrugada para tomar agua ou usar o banheiro, mas pensei que fosse do estado geral de gripe, no entanto agora penso que eu já poderia estar com pneumonia. Fui ao consultório do pneumologista para tratar a sinusite (ele mora em Campinas mas atende aqui algumas vezes por semana, é irmão em Cristo da igreja Batista). A secretária só pode marcar para dia 11/02, terça-feira. Falei ao meu marido, "este adormecimento não está bom, e meus pés estão duros, parece que estou usando botas altas, bem apertadas. Se não melhorar, vou para o hospital da Unimed". Não teve jeito, aquele adormecimento/formigamento foi ficando mais forte. Na sexta-feira à noite, dia 07/02, fui para o Hospital da Unimed aqui para passar no Pronto Socorro. O médico não pensou que poderia ser um quadro neurológico, e pensou que aquele formigamento era devido a mistura de medicamentos (o que eu também pensei), porque é uma doença rara, o pneumologista falou agora que faz muitos anos que ele não houve falar em gente que teve Guillain-Barré. Enfim, naquela sexta-feira, o médico mandou eu tomar soro com Dramin, pra ver se me desintoxicação. Enquanto eu tomava o soro, meu marido foi para casa com nosso filho. Estava eu sozinha, e a enfermeira aplicando soro em outra moça do meu lado. Sentada numa cadeira, eu vi uma senhora de muita idade já, na ama de observação, com a cortina aberta. Ela estava dormindo e entubada. Comecei a chorar porque Deus me fez sentir que aquele não seria meu único momento no hospital, e senti que chegaria a ficar como ela. Ninguém me perguntou nada ao me ver chorando, nem a paciente do meu lado e nem a enfermeira.
Terminou o soro, liguei para o meu marido ir me buscar, mas não contei a ele nada sobre aquilo, porque vi que Deus tinha me falado, e fiquei tão assustada e sem compreender muito bem, que não consegui falar nada para ele.
Dormi apreensiva, mas como sempre, pensando que Deus era quem cuidava da minha vida. No outro dia, sábado dua 08/02/14, minha mãe já tinha viajado de ônibus quase 600 km de Prudente para São Paulo, na casa da minha irmã e do meu cunhado, porque neste sábado 08 de fevereiro estávamos lhes aguardando para almoçar, e comemorar o aniversario de 7 anos do nosso filho. Estava eu, eram cerca de onze horas da manhã, eles vindo de São Paulo pra cá, e eu trocando de roupa pra recebe-los, de repente caí, do nada, perdi as forças nas pernas. Com esforço me levantei, sentindo fraqueza bos braços, me levantei, e percebi que os pés quase não queriam obedecer, porque estavam muito dormentes, mais que as mãos. Em menos de cinco minutos depois caí de novo, e desta vez não tive forças nos braços para me levantar. Gritei pelo meu marido que estava na sala com o nosso filho e falei que queria ir para o hospital ser internada porque algo grave estava acontecendo comigo. Fomos para o Hospital. Tive que entrar sentada na cadeira de rodas. Entrei pela lateral, e meu marido foi fazer a ficha. Fui atendida pelo médico. Contei. Ele me disse que eu teria que ficar em observação por aquele momento. Fiquei lá. Meu marido foi, recebeu os convidados, e ia lá de vez em quando me ver. Qdo ele ia me ver eu pedia ajuda para eu me apoiar no braço pra ir ao banheiro, já que já tinha bebido muita água até aquele momento. Eu não queria dar trabalho para as auxiliares de enfermagem.
Fiquei lá. Eles cantaram parabéns, comeram o bolo. Eu não tinha condições de sair de lá. Nem queria, não parava em pé! Eu queria saber o que era aquilo e queria ser tratada. Mas em paz eu estava, porque sabia que Deus sabia o quê era aquilo, e os motivos por quê Ele estava permitindo aquilo na minha vida.
À noite, de plantão no hospital da Unimed daqui de Salto, estavam dois médicos, mas um deles era uma moça nova, muito jovem. E médico novo faz o quê? Estuda! Graças a Deus que Ele foi Maravilhoso para comigo e permitiu que esta moça fosse me ver, deitada na cama no setor de Observação. Ela falou sobre o que tinha na minha ficha e queria que eu contasse tudo. Eu contei: da má alimentação, do abuso com água e refrigerante gelado direto e até após a caminhada com o corpo quente, contei da sinusite, faringite, amigdalite e tosse, do adormecimento e até que caí. Ela falou para mim assim: "Eu acho que você está com Síndrome de Guillain-Barré". E foi para fora. Eu fiquei lá, com esse nome estranho na minga mente. Nunca tinha ouvido falar... Mas eu já estava com dores nos quadris, e estava começando a ficar meio incomodada. Não fiquei pensando muito. Meu relacionamento com Deus sempre foi tão intenso que eu quase sentia os olhos dEle sobre mim. Dali há pouco chega meu marido (na observação pode entrar visita a hora que quiser), e ela já tinga falado com ele que suspeitava de Guillain-Barré mas que no outro dua eu teria q fazer alguns exames. Lá veio o meu marido, que já tinha pesquisado na internet e veio falando: " Vamos ficar firmes, porque o negócio é sério. Tem relatos na internet de gente que ficou com sequelas". Eu não fiquei abalada. Eu estava sentindo as dores mais fortes, gradativamente pelo corpo todo. Eu queria era ser tratada logo pra passar aquele incômodo, porque era só uma dor e não conseguia ficar en pé sozinha, só com apoio.
No outro dia, colheram liquor. Não vi o resultado. Fiz tomografia da cabeça. Não vi o resultado. Daí fui fazer um exame super importante pata ver se estavam passando informações nervosas pelos meus nervos (porque as fibras de mielina são responsáveis por fazer com que os impulsos nervosos, as informações de segurar coisas, apertar objetos, sustentar a perna erguida um pouco cheguem ao destino final, que são mãos, pernas). Este exame se chama Eletroneuromiografia. A médica espeta umas agulhas cada hora em um lugar do corpo, e estas agulhas tem fios que mandam as mensagens se está ou não passando as informações. E deu que no momento era um quadro desmielinizante.
As moças, auxiliares de enfermagem me davam banho me colocando sentada naquela cadeira que tem um buraco no meio. No começo eu aguentava as dores dos quadris. Mas nos últimos dias aqui em Salto já tomava banho chorando. Porque o peso do meu corpo sobre os meus quadris provocava uma dor insuportável, e eu chorava muito pela dor. Aos poucos foi paralisando tudo, e os médicos, neurologistas e fisioterapeutas toda manhã vinham me examinar e ficaram assustados porque a doença evoluía muito rapidamente. Desde que entrei no hospital, ato de evacuar nada. De urinar só no começo, no último dia não conseguia, estava paralisado tudo. Fiquei no Hospital da Unimed aqui em Salto do dia 08/02 até o dia 11/02, na terça-feira, às 15:30 horas, fui levada consciente com a UTI móvel daqui para o Hospital Evangélico Samaritano em Campinas. Eu não sei bem até hoje por quê Deus permitiu que eu fosse para lá, porque meu plano de saúde que é Unimed Paulistana aceitou a transferência, porque acho que tinha vaga na UTI daqui sim. Mas enfim fui pra Campinas, meu marido precisou ir com o nosso carro para poder aprender o caminho porque ainda estávamos conhecendo Campinas. Chegando lá, o medico, o enfermeiro e o motorista aguardaram meu marido fazer a internação minha. O médico que acompanhou a transferência me perguntou como eu estava. Eu respondi assim: "Ah doutor, estou bem. Estou em paz. Sempre fui uma pessoa de conversar com Deus e o que Ele tiver para a minha vida tá bom pra mim". Ele ficou meio chocado com a resposta e se afastou. Me trocaram de camisola ali, na frente de todos, nessa hora vc vê que horror essa situação, mas as dores eram tão fortes que eu nem compreendi muito bem. Na hora do pessoal de Salto ir embora, o médico me disse: " Fica com Deus, Claudia". Eu falei: "Amem, obrigada por tudo a todos vocês".
Daí o médico que estava de plantão na UTI veio ver os exames e quando viu o de Eletroneuromiografia ele disse: " Mais Guillain-Barré do que isso é impossível. Pode levar pro leito". Colocaram sonda de urina em mim. E aí começou tudo...
No dia seguinte, eu só lembrava do meu filho e "quem ia ficar com meu filho para o meu marido poder ir trabalhar?". Minha cabeça não conseguia raciocinar que tínhamos amigos, que tínhamos minha mãe que poderia e que ficou em nossa casa cuidando de tudo... Eu pedi pra chamarem meu marido, pedi pra ligarem pra ele porque eu não queria mais ficar ali, porque precisava voltar pra cuidar do meu filho. Eles percebendo que eu já não estava falando coisa com coisa (porque já estava tomando muitos remédios pra aguentar a dor), tiveram que me amarrar, de tanto que eu gritava: " Vocês estão fazendo de conta que não estão me ouvindo, não podem fazer isso! Vocês estão me desprezando, estou preocupada com o meu filho! " Fui ficando tão nervosa em ver que eles não vinham falar comigo, que gritei:"Eu queria poder estar andando, que eu ia sair daqui e fugir daqui! Vocês não estão nem aí pra mim!"... Rsrsrs... Que horror... De repente, acordei e vi um enfermeiro amarrando meu pulso direito e uma enfermeira muito brava amarrando meu pulso esquerdo no leito. E ela falou pra mim: "Você tá vendo o que tivemos que fazer com você?" e eu comecei a chorar e disse: "ai, vocês não podem fazer isso comigo! Isso é inconstitucional!"... Rsrsrsrs... Eu não estava entendendo que tinha que ficar ali. Eu estava muito confusa acho que pelos remédios. Colocaram então a sonda de alimentação em mim, que eu nunca tinha usado aquilo e nem sabia como ia entrar comida em mim através daquilo. Eu tirei a sonda. Eu estava com muito remédio, não estava muito bem, não estava pensando muito certinho. Me deram banho no leito. Fui dormir a primeira vez com a sonda, decrwpente passei a mão pelo meu rosto e senti algo estranho preso no meu nariz. Penseu: " que horror, o que será isso? Vou tirar", e fui puxando com a mão direita e enrolando na mão esquerda, igual quando eu enrolava os fios de microfone do louvor na igreja. Dormi muito pesado. No outro dia, levei uma bronca de um enfermeiro. Tudo bem. Colocaram de novo, chamaram o pessoal do Raio X pra vercsexestava no lugar a sonda. Ok. Passou-se um tempo, me deram outro banho, mas desta vez eu tive alucinação de que tinham me levado para uma casa pra me darem banho. E a auxiliar de enfermagem mexeu um tiquinho só no lugar onde estava presa a sonda no meu nariz, e eu ainda não compreendendo como aquela tal sonda funcionava, pensei: "Xiii, a moça tirou do lugar a sonda. Não vai funcionar. Vou tirar de novo", e puxei e dormi de novo com o fio da sonda enrolado na mão esquerda. Aí no outro dia levei bronca de médico, de enfermeiro, de enfermeira. Até quando co rapaz do Raio X veio de novo, ele tbm perguntou se eu tinha tirado a sonda e por quê. E eu falei que pensava q não ia funcionar porque saiu um pouquinho do lugar no meu nariz...
E a sede... Muita sede... E eu clamando " Jesus! Jesus! "... E as dores pelo corpo todo. Teve um dia, o dia em q me entubaram, meu marido chegou pra me visitar (ele ia todo dia, daqui de Salto a Campinas são 35 minutos de carro), o medico neste dia falou: " Fica calmo porque hoje ela está no pico da doença. Hoje ela esta tetraplégica ". E eu não me lembro bem deste dia. Só lembro que a visão estava muito embaçada, por causa da doença, e percebi muito cansaço. E vi meu marido falando pra eu descansar e não tentar falar nada.
Depois disso fiz ressonância magnética. Tomei os frascos de imunoglobulina na veia.
Pediram a imunoglobulina humana (que é o remédio para o tratamento) um medicamento caro, que atrasou dois dias. E eu sofrendo com dores, fui ficando paralisada toda. Até que já tomando a imunoglobulina mesmo assim fui entubada, porque minha respiração era fraca, os movimentos. Mas gracas a Deus não chegou a paralisar totalmente os pulmões, e nem tive muita secreção a ponto de ter que fazer traqueostomia como um senhor que fez aqui, e ele teve a mesma doença em março, após um quadro de inflação/infecção intestinal grave, e eu após um quadro de inflamação/infecção respiratória.
Tive muitas alucinações, muitos delírios. Toda manhã lá vinha um ou outro enfermeiro me perguntando se eu sabia onde eu estava, e eu respondia que estava em Campinas. E eles: " mas onde?" e eu respondia que estava no hospital.
A dor demorou muito pra passar. A massa magra que eu tinha, a doença acabou com tudo. Cheguei em casa sem panturrilha. E não foi por causa do tempo de internação não (do dia 08/02 a 11/02 até às 15:30 h em Salto, e depois das 16:20 h do dia 11/02 a 25/02 na UTI, e mais os três ou quatro dias na enfermaria não, ou seja, sem andar, foi a doença em si que " comeu " os músculos... Tive alta dia 28/02. Sei que foram 14 duas na UTI.
Sei que o dia em que saí, vi o céu azul e nem acreditei, fazia tanto tempo que não via sol, céu, agradeci a Deus muito...
Voltei, fui pra fisioterapeuta e como já saí com o rosto todo normal, nada torto e todo destravado do hospital, a fisioterapeuta achou "coisa de Deus" (ela é católica). Os médicos estavam achando, enquanto eu estava na UTI, e um deles me falou: "Claudia, a doença está passando tão rápido pelo seu organismo que estamos até assustados". Eu dou gracas a Deus por pertencer a Ele, servir a Ele, porque até nestas coisas, quem manda é Ele. Sei que os médicos estavam acostumados a ler sobre pacientes com Guillain-Barré que ficavam mais tempo, mas na minha vida é Deus quem determina tudo, o tempo de alegria, o tempo de sofrimento, tudo é Ele quem cuida.
E quando voltei, precisei ir ao meu psiquiatra com quem trato pânico em Sorocaba-SP. É um senhor já bem de certa idade o médico. Ele não é de Jesus e falou que o irmão dele teve Guillain-Barré. Qdo ele mandou eu andar pra ele ver, martelou meu joelho para verificar co reflexo patelar, mandou eu apertar as mãos dele, ele disse: " Mas isso é um milagre!" Glórias a Deus irmãos... Toda honra e toda glória pela minha cura sejam dadas a Deus...
Fui fazendo fisioterapia. E minha mãe é descendente de negros, entao minha genética neste ponto é boa, ia recuperando a força muscular rapidamente. De repente falei com a fisioterapeuta que estavam fracos já os exercícios e queria fazer spinning, porque tenho uma amiga e irmã em Cristo que é estagiária numa academia de ginástica aqui e faz faculdade de Educação Física. Fui. Fiz um pouco. Agora preciso só aguardar esquentar um pouco o clima que preciso fazer caminhada.
Então irmãos, este é meu testemunho com mais detalhes, para quando vocês acharem conveniente e necessário falarem.
Louvado seja o nosso Deus, porque é Ele quem dá a vida, e Ele quem a tira, e servo dEle está com a vida nas mãos de Deus. E mesmo em meio a angústia, dor, sofrimento, a pessoa olha para Deus e sabe que é salva em Jesus, e fica em paz porque Deus fará o melhor, ou seja, o que for da vontade dEle.
Deus vos abençoe!!!
Em Cristo Jesus, na paz e no amor dEle,
Claudia Paiva
Obs.: Esqueci de contar que após ter tomado as infusões de imunoglobulina humana, o neurologista que cuidou de mim, Dr.Leonardo de Deus Silva, colheu o liquor novamente e ficou feliz ao ver que estava "como cristal de rocha de tão límpido". Glórias a Deus!

Um comentário:

  1. Muito bom vanderleia a irma colocar testemunhos no seu blog pessoas que nao sao Cristas poderao se converter Deus continue lhe usando cada dia mais a sua vida http://esbocobibliapentecostal.blogspot.com.br/

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